segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Seminário Internacional : Feminismo, Economia e Política

Autonomia e igualdade são objetivos centrais da luta feminista que propõe uma transformação estrutural na sociedade, que alcance a vida de todas as mulheres. A reflexão sobre economia e feminismo tem orientado a atuação da SOF nesta trajetória, que passa pelo questionamento radical da sociedade de mercado e da divisão sexual do trabalho como estruturante da opressão das mulheres.

O Seminário Internacional Feminismo, economia e política: desafios e propostas para a igualdade e autonomia das mulheres tem como objetivo contribuir para aprofundar nossas reflexões sobre os desafios e propostas para a construção de políticas e processos de transformações que sejam geradores de igualdade e autonomia para as mulheres. A programação tem como proposta colocar em diálogo as diferentes perspectivas teóricas que orientam nossas elaborações feministas e anticapitalistas, especialmente a economia feminista e o debate sobre a divisão sexual do trabalho. Além disso, os debates do seminário buscam aprofundar as análises sobre os avanços, limites e desafios das políticas para as mulheres na América Latina e Caribe, tendo como horizonte elaborações e propostas para políticas de igualdade.

Maiores informações : http://economiaefeminismo.wordpress.com/seminario/

Por Areadne Dias 
MMA - Movimento de  Mulheres de Antonina 

domingo, 22 de julho de 2012

1º Curso do projeto Promotoras Legais Populares , curso ofertado pela UFPR

O projeto Promotoras Legais Populares surgiu da necessidade de enfrentar as situações de violência, exploração, discriminação e desigualdade sofridas pelas mulheres.
É um projeto que já é construído em outros países da América Latina e em diversos estados e cidades do Brasil e está sendo realizado pela primeira vez em Curitiba.O objetivo do curso é contribuir para a igualdade de direitos e o exercício da cidadania das mulheres, possibilitando maior conhecimento sobre os direitos das mulheres e os mecanismos de sua efetivação, as lutas feministas, as leis que garantem direitos da mulher, especialmente sobre a “Lei Maria da Penha”.
As Promotoras Legais Populares são aquelas que podem orientar, dar um conselho e promover a função instrumental do direito na vida do dia a dia das mulheres.


Quem pode participar ? 

Todas as  mulheres do meio popular, trabalhadoras, de movimentos e organizações sociais e sindicais e de comunidades tradicionais, de qualquer idade.

Como se inscrever ?
Preencher a ficha de inscrição e enviá-la para o e-mail plpscuritiba@gmail.com ou deixá-la na Secretaria do Núcleo de Prática Jurídica da UFPR (NPJ) no prédio histórico da Santos Andrade.
Há somente 60 vagas. 

Quando e onde ?
Os encontros são semanais e acontecem todas as segundas-feiras das 18h30 às 21h. Serão 20 encontros de 30 de julho a 10 de dezembro.
No prédio Histórico da UFPR na praça Santos Andrade - sala da memória. 

Cronograma
História e Ideologia - 4 aulas
Direito como Estrutura - 4 aulas
Violência e Saúde - 4 aulas 
Sexualidade - 2 aulas
A luta pela efetivação dos direitos - 6 aulas
 
O curso é totalmente gratuito

Mais informações: http://plpscuritiba.blogspot.com.br/ (041) 8514-5381

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Em briga de marido e mulher , EU meto a colher



Ontem dia 26 , por volta das 17h30 no Bairro do Batel na Avenida Thiago Peixoto em frente a uma loja , uma mulher estava sendo  violentamente agredida pelo seu companheiro que estava   bêbado , mas mesmo assim não perdeu a força para bater em sua mulher .
Perante a situação de agressão várias pessoas pararam para assistir , mas , ninguém tentou ajudar-la.
Nesse caos de inercia de quem estava assistindo a agressão , e da mulher que sem defesa alguma  nem tentava mais se defender, surgiu um HERÓI PAULO CEQUINEL  ( que muitos criticam por ser ateu, mas foi o único a ter atitude com cidadão)  parou seu carro e foi juntamente com seu filho  acudir a mulher , apartando  o agressor da mulher  que já estava muito machucada , conseguindo conte-lo  chamou  a PM que levou todos para a DP e certamente a mulher para o Hospital.
Perante essa situação , fico chocada com pessoas que ainda dizem "Em briga de marido e mulher ninguém mete a colher "...  Eu , Paulo Cequinel e muitas pessoas metem sim quando isso reflete na Antonina  que a gente quer .
Paulo Cequinel Parabéns Companheiro! me orgulho de sua ação.

 LEI MARIA DA PENHA EXISTE E VAMOS FAZER VALER.

Por Areadne Dias 
Coordenadora do Movimento de Mulheres de Antonina - MMA

Para Dr. Rosinha, é preciso para institucionalizar o combate a violência contra a mulher no Paraná

Falta institucionalização para o combate à violência contra a mulher no Paraná. A avaliação é do deputado federal Dr. Rosinha (PT), após a passagem da CPMI da Violência Contra a Mulher por Curitiba, no domingo (24) e na segunda-feira (25).
Na noite de domingo, a CPMI reuniu-se com os movimentos feministas e na segunda-feira realizou diligências à Delegacia da Mulher de Curitiba e uma audiência pública na Assembleia Legislativa. Na audiência foram inquiridos representantes do Ministério Público, do Tribunal de Justiça, da Defensoria Pública e das secretarias de Segurança, Justiça, Saúde e Família.
Dr. Rosinha criticou, principalmente, a ausência de um núcleo que coordene as ações desenvolvidas pelas secretarias estaduais. “As ações ficam muito difusas, cada secretaria fazendo coisas isoladas, não há algo que unifique.”
O deputado criticou também o fato de o Paraná não ter uma gestora do Pacto Nacional de Enfrentamento da Violência Contra a Mulher, assinado em novembro de 2010. “Até onde sabemos, o Paraná é o único estado que não tem uma gestora para o Pacto”, informou.
De acordo com Dr. Rosinha, no entanto, a situação do Paraná não difere das dos demais estados brasileiros. “A realidade do Paraná é a mesma dos outros estados, de pouca institucionalidade no trato dessa questão”, comparou. Isso, porém, não pode ser motivo para acomodação. “Vimos hoje aqui serem apresentados projetos para o futuro. Espero que esse futuro seja já no ano que vem. O orçamento não foi votado ainda. Dá tempo de alterá-lo para financiar essas ações”, cobrou o parlamentar.
A CPMI da Violência Contra a Mulher vai realizar diligências nos dez estados mais violentos do país para as mulheres, além dos quatro mais populosos. O Paraná foi a sétima unidade federativa a ser visitada. As outras foram Pernambuco, Minas Gerais, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Alagoas e Mato Grosso do Sul. Na próxima sexta-feira (29) a CPI estará em São Paulo.
A baixa institucionalidade é também o motivo pelo qual inexistem dados confiáveis sobre os índices de violência contra a mulher no estado, o que inviabiliza o planejamento do combate a esse tipo de crime pelo poder público. Tanto é que, após quase 30 dias, os pedidos de informação feitos pela CPMI não haviam sido respondidos pelos órgãos do estado, com exceção da Secretaria de Saúde. “Solicitamos estes números e o Paraná não respondeu. Sem isso, como vamos saber qual é o índice de impunidade para esses crimes?”, questionou Dr. Rosinha.
Em 2011 foram abertos sete mil processos de violência contra a mulher no estado, dos quais 60% se encaixavam na Lei Maria da Penha. Destes, no entanto, apenas 5,5% foram concluídos com sentenças condenatórias. Cerca de 25% foram encerrados por prescrição ou decadência. “As denúncias se perdem pelo medo que as mulheres sentem, pela pressão que elas sofrem e pela ineficiência do poder público”, apontou Dr. Rosinha.
A CPI, no entanto, acredita ainda que o índice de impunidade seja muito superior, devido à incapacidade do pode público de coletar e organizar os dados.
Não há no estado, igualmente, uma padronização para a verificação de óbitos, o que faz com que mortes originadas de causas violentas acabem creditadas a outros fatores. “A mulher é esfaqueada, fica 30 dias na UTI, falece, e a causa da morte fica como infecção generalizada”, exemplificou Dr. Rosinha.
Os integrantes da CPI estranharam ainda a quase completa ausência de “tentativa de homicídio” na tipificação dos crimes cometidos contra a mulher no Paraná. “As mulheres aqui não sofrem tentativa de homicídio? Sofrem apenas lesão corporal ou morrem diretamente? Como explicar essa ausência?”, questionou a senadora e relatora da CPI, Ana Rita (PT-ES).
Na audiência pública, diversas questões feitas pelos membros da CPI ficaram sem resposta. A representante do Ministério Público, por exemplo, não soube responder por que menos de 10% dos Boletins de Ocorrência de violência doméstica registrados evoluem para denúncias do MP. A CPI deu o prazo de mais uma semana para que os organismos respondam a essas questões e aos pedidos de informação feitos anteriormente.
O Paraná é hoje o terceiro estado em assassinatos de mulheres, com um índice de 6,3 mortes anuais a cada grupo de 100 mil, acima da média nacional, de 4,4. O estado mais violento para as mulheres é o Espírito Santo, com taxa de 9,4, seguido por Alagoas, 8,3.
Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, é a segunda cidade mais violenta do país em homicídios de mulheres, com taxa de 24,4.
Os dados são do Mapa da Violência de 2012, elaborado pelo Instituto Sangari e pelo Ministério da Justiça. O relatório completo pode ser acessado no site www.mapadaviolencia.org.br
“CPI chacoalha o poder público”
Um dos benefícios da CPMI da Violência Contra a Mulher, de acordo com Dr. Rosinha, é que ela “chacoalha” o poder público, forçando os governantes a assumirem compromissos para o enfrentamento desses crimes. A exemplo de outros estados, algumas medidas foram anunciadas na audiência pública realizada no Paraná.
O secretário de Segurança, Reinaldo de Almeida César, comprometeu-se a, até 2014, instalar pelo menos uma Delegacia da Mulher em cada uma das 39 regiões do estado. Cobrado pelo deputado Dr. Rosinha e pela presidenta da CPI, deputada Jô Moraes (PCdoB-MG), prometeu também rever já nos próximos dias o decreto de 1985 que criou essas delegacias. O decreto está defasado e em descompasso com a Lei Maria da Penha para a investigação de crimes de violência doméstica.
A desembargadora Denise Kruger, do Tribunal de Justiça, também se comprometeu com a instalação de mais juizados especializados em violência contra a mulher no estado. Hoje são apenas dois, em Curitiba e Londrina. A desembargadora não quis estabelecer um prazo, mas se comprometeu a enviar um cronograma de trabalho aos membros da CPI.
Críticas do movimento feminista
Ao fim da audiência pública, o microfone foi aberto para representantes de movimentos sociais feministas. Daracy Rosa, da Marcha Mundial de Mulheres, criticou a postura de alguns dos inquiridos pela CPI, que defenderam o tratamento de agressores, citando atenuantes como alcoolismo, drogadição e distúrbios emocionais. “O que alguns colocaram aqui hoje não é a mesma concepção que defendemos. Parece que o agressor é a vítima. Mulheres também têm distúrbios emocionais, mas nós não saímos por aí matando. Já o machismo mata todos os dias”, defendeu.
Daracy ainda reivindicou a criação de uma Secretaria de Políticas para as mulheres, a exemplo do que acontece no âmbito federal. “Não queremos que nossas demandas fiquem pulverizadas”, argumentou.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Inauguração do CAPS I em Antonina

E com grande satisfação que vimos  convida-los a participar da inauguração do Centro de Atenção Psicossocial - CAPS I  em Antonina .
As 10h00  na rua João Leão 471, Batel ( Antiga Creche Dª Maria Eleonora )
Contamos com a presença de todas e todos , Antonina esta sendo modernizada  pela sua inclusão na Política Pública de  Saúde Mental  que é direito de todos . 

Giani  Gaiguer  
Coordenadora do CAPS  I 

terça-feira, 29 de maio de 2012

Ação Brasil Carinhoso , mais um Programa que pensa no Futuro do nosso País


A presidenta Dilma Rousseff anunciou ,  o lançamento do Brasil Carinhoso, que reune ações voltadas para a primeira infância. Segundo a presidenta, o programa, que faz parte do Brasil Sem Miséria, será a mais importante ação de combate à pobreza absoluta na primeira infância já lançada no Brasil.
“Como outros programas do Brasil Sem Miséria, ele será uma parceria dos governos federal, estaduais e municipais e terá três eixos principais. O primeiro, e muito importante, vai garantir uma renda mínima de R$ 70,00 a cada membro das famílias extremamente pobres que tenham pelo menos uma criança de 0 a 6 anos. É uma ampliação e um reforço muito importante ao Bolsa Família. Isso, aliás, tem sido uma prática bem-sucedida do Brasil Sem Miséria”.
No pronunciamento, a presidenta explicou que os dois outros eixos do Brasil Carinhoso consistem no aumento do acesso das crianças muito pobres à creche e na ampliação da cobertura dos programas de saúde para elas. Na área da saúde, o Brasil Carinhoso fará um amplo controle da anemia e da deficiência de vitamina A nas crianças, além de introduzir remédio gratuito contra asma nas unidades do Aqui Tem Farmácia Popular.
“Quero enfatizar a importância de se ampliar efetivamente o acesso das crianças pobres às creches. E creche significa mais que um teto ocasional para essas crianças. A creche significa saúde, educação, comida, conforto, lazer e higiene. Significa atacar pela raiz a desigualdade. Para ampliar essa cobertura, vamos construir novas creches e, especialmente, ampliar e estimular convênios com entidades públicas e privadas”.
De acordo com a presidenta, 78% das crianças brasileiras em situação de pobreza absoluta vivem no Norte e no Nordeste, e por isso, o Brasil Carinhoso, mesmo sendo uma ação nacional, vai olhar com máxima atenção para as crianças destas duas regiões.         Fonte :Blog do Planalto 

segunda-feira, 28 de maio de 2012

28 de maio Dia Internacional de Luta pela Saúde das Mulheres

Prezad@s Companheir@s, 

Contar a história do 28 de maio: Dia Internacional de Ação pela Saúde da Mulher – data de denúncias, proposições, cobranças e sensibilização – significa reavivar em nossa memória a história do Movimento Internacional Mulher e Saúde (MIMS), os Encontros Internacionais Mulher  e Saúde (EIMS), da  Rede Mundial de Mulheres pelos Direitos Sexuais e Reprodutivos (RMMDR),  da Rede de Saúde das Mulheres Latino-americanas e do Caribe (RSMLAC) e da nossa Rede Feminista de Saúde.Todos espaços de resistência da luta mundial das mulheres pelo direito à saúde. 
O Dia Internacional de Ação pela Saúde da Mulher – o 28 de maio, foi definido no IV Encontro Internacional Mulher e Saúde (1984, Holanda), durante o Tribunal Internacional de Denúncia e Violação dos Direitos Reprodutivos, ocasião em que a morte materna apareceu com toda a magnitude de sua crueldade como parte do cotidiano das mulheres em quase todo o mundo. Desde então, o tema adquiriu maior densidade e no V Encontro Internacional Mulher e Saúde (1987, São José da Costa Rica) a RSMLAC propôs que a cada ano, no 28 de maio, deveríamos eleger um tema da saúde da mulher para ação política  que visasse, sobretudo, prevenir mortes maternas evitáveis, via uma Campanha contra a Mortalidade Materna, a disseminação dos debates e o fortalecimento da luta pela instalação de Comitês de Prevenção da Mortalidade Materna na estrutura dos governos.
Fonte: REDEFAX

Esse dia  é  para lembrar a caminhada que nós Mulheres já tivemos que percorrer para conseguir nossos direitos básicos , isso nos da  mais  força em continua-la,  em busca de um bem coletivo  .
Vamos nos informar  mais , saber dos nossos direitos , e nunca esquecer daquelas mulheres que antes de nós pautaram o que hoje é direito garantido nosso! 

         Areadne Dias
Coordenadora do MMA Movimento de Mulheres de Antonina -Pr

domingo, 6 de maio de 2012

Forum de Economia Solidária - Eu Pratico !


Nesta última sexta dia 04/05/2012 ,  participamos do 5° Forum Regional de Economia Solidária  do Litoral  Paranaense , realizado em Paranaguá na Câmara Municipal ,  Sônia Ferreira Mendes (Artesanato na Estação) ,  Vera Andreotti( AMBB), Silmara Cruz MAchado ( Agência do Trabalhador), Mari ( FIPA) e  Eu Areadne Dias Cruz ( AMBB) estivemos juntas representado nosso Município nesse Forum.
*Empreendimentos de Economia Solidaria
*Políticas Publicas  disponíveis
*Leis
*V Plenária Nacional  de Economia Solidaria
*Experiências e dificuldades dos artesões do Litoral.
*Propostas para melhorar a vida do empreendedor.
 Essa foi nossa programação de atividade
Analiso esse encontro como peça fundamental para construção de Economia Solidaria, que hoje é Secretaria Nacional no Ministério do Trabalho. Felizmente o Governo Estadual reconheceu a necessidade de se trabalhar essa economia alternativa, que é muitas vezes autossustentável.
Os  artesões  de todo o Litoral   expuseram as dificuldades  dos empreendimentos , a necessidade de apoio principalmente financeiro  para a manutenção  evolução   dessa economia, apoio para a comercialização , e tantas  outras que o artesão tem no decorrer  de seu trabalho.
Viemos com grande expectativa , em saber dos instrumentos que estão e vão estar a nossa disposição e mais  importante, o reconhecimento de nosso trabalho e o  entendimento que o trabalho artesanal é uma fonte de renda muito lucrativa
Nos dias  17-18/05/2012  em Curitiba vai acontecer o V EPECOSOL-  Encontro Paranaense de Economia Solidária, Antonia vai estar lá  , Delegada Suplente  Vera Andreotti ( AMBB) e  Delegada Titular Areadne Dia Cruz( AMBB).
Quem diz que o Artesanato não da dinheiro está enganado.
A todos os artesões um grande abraço .

“ O Artesanato é algo de dentro de nós para o Mundo ...” 
( Jamile – artesã de Guaraqueçaba)



Por Areadne Dias Cruz 
Coordenadora  MMA - Movimento de Mulheres de Antonia  
AMBB - Associação de Moradores do Bairro do Batel

quarta-feira, 2 de maio de 2012

"Copiei da JPT Antonina". (AMBB) Associação de Moradores do Bairro do Batel e (AA) Alcoólicos Anônimos podem perder espaço físico para a abertura de uma "RUA"


Quero deixar a População Capelista informada que a (AMBB) e o (AA). Associação de Moradores do Bairro do Batel e o Alcoólicos Anônimos de Antonina correm o risco de perder seu espaço físico por conta da abertura de uma rua. Pedimos que seja novamente analisado esse projeto. Não podemos admitir que situações como essas aconteçam em nosso município sem ao menos consultar essas entidades, sabendo de sua importância. Esse espaço esta em bom uso, não é um imóvel condenado, é um bem publico em perfeito estado de conservação.

Pensando na construção das casas ao lado da Associação e por sermos o Bairro com maior população, foi feito um pedido por parte da (AMBB) de uma academia ao Ar Livre, pedido esse já aprovado na (ALEP) Assembléia Legislativa do Estado do Paraná, para o orçamento de 2012,  que contempla todo Bairro do Batel, o pedido esta publicado no blog da (AMBB).
http://ambbantonina.blogspot.com
Recebemos também a doação de livros do Vice Prefeito, que é associado da (AMBB) para uma futura biblioteca no espaço em questão para melhor atender as Crianças da comunidade do Batel. 

Pedimos a compreensão por parte de nosso Governo Municipal. 
até o presente momento a (AMBB) não foi procurada. Deixo registrado que,  alguns dias conversei com um funcionário comissionado lotado na pasta de comunicação da Prefeitura que  estaria vendo como ficaria essa situação, não tive resposta.

A (AMBB) vem ao longo desses quatro anos de Governo Municipal sendo bem pouco atendida. Exemplo é nossa feirinha. 

segunda-feira, 30 de abril de 2012

1° de Maio - Parabéns a Tod@s @s Trabalhadora@s


As comemorações neste 1 de maio vão muito além do feriado,  a real Comemoração são as conquistas d@s  Trabalhador@s  no decorrer dos anos .
Nos Mulheres temos uma grande participação nessa luta , somos boas guerreiras .
 Parabéns a todas as Mulheres Guerreiras de Antonina  que conheci  nessa Caminhada e a todas que ainda vou conhecer , que trabalham em seus empregos e ainda de desdobram como Administradoras do Lar , e também as que se dedicam exclusivamente como Donas de Casa Imperadoras de seu Lar.
Dedico essa postagem a tod@s   que  já trabalharam , as que trabalham  e as que irão trabalhar , Pois nós Mulheres não paramos nunca .

 Esse  dia é seu  comemore suas conquistas!

Por Areadne Dias Cruz 
MMA -Movimento de Mulheres de Antonina 

domingo, 15 de abril de 2012

"Teste" Você é Feminista ?

 

No mundo Atual ainda existe o paradigma de que o feminismo é coisa de mulher anarquica, bruxa, rebelde e lésbica, sentindo a necessidade  de  quebrar esse paradigma e mostrar   que o feminismo  é tão presente em nós mulheres do que imaginamos.
 Proponho  esse teste .
Você é feminista?

1. Você concorda que uma mulher deve receber o mesmo valor que um homem para realizar o mesmo trabalho?
2. Você concorda que mulheres devem ter direito a votarem e serem votadas?
3. Você concorda que mulheres devem ser as únicas responsáveis pela escolha da profissão, e que essa decisão não pode ser imposta pelo Estado, pela escola nem pela família?
4. Você concorda que mulheres devem receber a mesma educação escolar que os homens?
5. Você concorda que cuidar das crianças seja uma obrigação de ambos os pais? ?
6. você concorda que mulheres devem ter autonomia para gerir seu dinheiro e seus bens?
7. Você concorda que mulheres devem escolher se, e quando, se tornarão mães?
8. Você concorda que uma mulher não pode sofrer violência física ou psicológica por se recusar a fazer sexo ou a obedecer ao pai ou marido?
9. Você concorda que atividades domésticas são de responsabilidade dos moradores da casa, sejam eles homens ou mulheres?
10. você concorda que mulheres não podem ser espancadas ou mortas por não quererem continuar em um relacionamento afetivo?

Cynthia Semíramis

Feminista. Pesquisa direitos das mulheres. Bacharel e mestre em Direito. Aprendiz de antropóloga.








Cada resposta sim significa  um ponto de vista feminista.Se a maioria de suas  respostas foram sim  Bem-vind@ à turma! 
Areadne Dias
Coordenadora do Movimento de Mulheres de Antonina
Militante da Marcha Mundial das Mulheres
Feminista e Revolucionária

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Esse é o segundo comentário de uma série , que valoriza as Mulheres Guerreiras que estão a frente de segmentos no Município de Antonina.


Margarete do Nascimento Pacheco, natural de Antonina-Paraná, filha de um militar negro com mãe branca, última filha de uma família de quatro irmãs, seu pai morreu antes do seu nascimento, na infância enfrentou  muitas dificuldades o que a fez logo na adolescência mudar-se para a cidade de Curitiba, capital do Estado do Paraná. Em Curitiba trabalhou, estudou e através de concurso público ingressou no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento onde trabalha até hoje.
Formada em Gestão Pública, Pós Graduada em MPA-Administração de Cidades e Gestão Pública, em 1996 iniciou seu trabalho social como lider comunitária na comunidade do Itapema  onde reside desde2003 quando retornou para trabalhar e morar em Antonina.
Por uma identificação ideológica, em 2003 filiou-se ao Partido dos Trabalhadores, concorrendo pela primeira vez ao cargo eletivo de Vereadora em 2004, sendo eleita em 2008 conquistando a primeira cadeira na Camara de Vereadores para o Partido dos Trabalhadores de Antonina. 
Margarete foi pioneira em muitos coisas na cidade de Antonina: primeira mulher negra eleita pelo PT, Implantou Inclusão Digital na Associação de Moradores dos Bairros Itapema e Pinheirinho formando até hoje mais de 500 pessoas, homenageada na Assembléia Legislativa do Estado do Paraná pelos serviços prestados a comunidade, citada como Liderança Política no livro ANTONINA MEMÓRIAS IMORTAIS  de Claus Barg, uma das fundadoras da Escola de Samba Brinca Pra não Chorar da comunidade do Itapema.
Em sua gestão como Vereadora teve projetos importantes aprovados: Mudança de Entrância Inicial do Fórum da Comarca de Antonina passando a Entrância Intermediária contendo uma nova Vara a Ambiental, Feira Livre do Produtor Rural de Antonina, Feira Itinerante de Artesanato de Antonina realizada na Feira Mar e nomes de ruas. Além destes projetos aprovados foram indicados 7 projetos ao Poder Executivo os quais não foram aceitos pelo Prefeito Municipal de Antonina. Somando-se aos Projetos ainda apresentou centenas de Requerimentos com pedidos de execução de serviços básicos(iluminação pública, tapa buracos, roçada, elétrica, manilhamento, construção de pontes, etc) para moradores de diversas comunidades, inclusive rurais da cidade.
Em 2010 coordenou a campanha para Presidente Dilma, Senadora Gleisi(Ministra Chefe da Casa Civil) e deputados Estaduais e Federais do PT Péricles de Mello e Angelo Vanhoni.
Uma das participantes do MOVIMENTO DE MULHERES DE ANTONINA, a Vereadora Marga é contra a corrupção e seu mandato é pautado na ética e no comprometimento atendendo as necessidades do povo e da cidade.

Preconceito Machista , temos que acabar com ELE

Diariamente as mulheres são submetidas a vários tipos de violencia no Brasil e no mundo, desde os mais graves que acabam tirando suas vidas ou através das sutilezas das palavras que ferem tanto quanto uma agressão fisica, pois vemos diariamente as mensagens mascaradas, disfarçadas que são submetidas as mulheres que ocupam cargos na politica, onde homens aparentemente politizados, doutores ou analfabetos condicionam as mulheres como seres inferiores ou incompetentes para o lugar que ocupam.

O que faz as mulheres seguirem em frente e continuar ocupando seus lugares na sociedade, é que estes machistas disfarçados de bom moço muitas vezes são surpreendidos PELAS MULHERES, fazendo cair a carapaça e mostrando sua postura autoritária, sabichões e donos da verdade, que vivem acomodados dentro de um sistema-sociedade corrompida dos valores e respeito que deveriam ter para com as mulheres que representam o povo deste pais.  

Aos homens sensiveis e mulheres especiais
Saudações Feministas

Margarete N. Pacheco
Vereadora-PT - Antonina-Pr.


Artigo publicado no Jornal O POVO, de Fortaleza.

A Lei Maria da Penha foi uma das principais conquistas da luta feminista no Brasil. Em primeiro lugar porque ela cumpriu um papel extremamente relevante no processo de desnaturalização da violência contra a mulher. O Brasil sempre conviveu com uma cultura na qual “bater em mulher é normal”. A lei afirma claramente que a violência doméstica não é algo natural, não é uma violência qualquer, é a violência física carregada do peso do machismo amalgamado em nosso cotidiano.

Entretanto, há uma armadilha profunda, discreta e, por isso, perigosíssima que acompanha a aprovação da lei. O machismo brasileiro é tão forte que sorrateiramente se manifesta travestido de luta feminista. A violência contra a mulher é uma pauta importante, mas a grande luta contra a desigualdade de gênero no Brasil é pelo real reconhecimento da mulher como pessoa com plena capacidade de tomar decisões e influenciar os rumos do País.

Afinal, o Brasil ainda é um dos países com menos mulheres no parlamento (atrás do Irã e do Afeganistão, por exemplo) e a quantidade de mulheres em cargo de chefia nas empresas é ínfima. Por que conquistas nessas áreas são tão mais difíceis de conseguir do que no tema da violência doméstica? Talvez seja porque o tema da violência, na verdade, convive com o machismo com muito mais tranquilidade. É fácil colocar a mulher em um papel submisso, de quem deve ser tutelado e concordar com essas leis.

O Supremo Tribunal Federal tomou uma decisão polêmica sobre um aspecto da Lei Maria da Penha: agora, mesmo que a mulher não queira, o Ministério Público pode levar seu agressor para a cadeia. Ora, será que isso contribui para afirmação da autonomia da mulher ou reforça a ideia de que mulheres devem ser tuteladas por pessoas que sabem o que é melhor para elas? Todos nós, feministas, devemos pelo menos desconfiar de qualquer decisão que retire poder das mulheres.

Pedro Abramovay
Professor da Escola de Direito do Rio de Janeiro da Fundação Getúlio Vargas